sábado, 30 de julho de 2011

Mercadante quer trocar livros por tablets

Livros por tablets?
Imagine a seguinte cena, caro leitor: enquanto o professor leciona, alunos questionam, interagem, aprendem e leem sobre a matéria no iPad, e não nos clássicos livros didáticos em papel. Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, não se trata de ficção. A mudança pode virar realidade mesmo no carente ensino educacional brasileiro.
 
“Queremos levar [o tablet] para a escola pública e fazer como outros países já estão fazendo. Taiwan já acabou com o livro didático, só tem livro na biblioteca. O aluno lê toda a bibliografia por meio do tablet que também é um caderno eletrônico. A Coreia, em dois anos, não terá livro didático. É o próximo passo do nosso projeto”, afirmou em entrevista a Gilberto Costa, da Agência Brasil.
 
Mercadante está empolgado com o interesse de empresas brasileiras na produção de tablets. Segundo ele, a partir de setembro chegam ao mercado os primeiros aparelhos com  20% de fabricação tupiniquim. E se os descontos dados pelo governo federal e por estados para a incentivo da produção local alcançarem o consumiror, os preços podem cair até até 40%, prevê Mercadante.
 
“No Natal vai ter muito tablet barato e em todas as opções para o consumidor. Acho que nós vamos ter um belo momento na indústria da computação no país”. O político afirma que o Brasil é o sétimo maior mercado do mundo no setor de computadores, ou seja, pode ganhar ainda mais atenção quanto à inclusão digital.
 
Nove empresas já se inscreveram para produzir tablets no Brasil com incentivo fiscal (Samsung, Positivo, Motorola, Envision, AIOX, Semp Toshiba, LG, MXT e Sanmina-SCI) e outras seis estão com pedido em análise técnica (Itautec, Foxconn, Teikon Tecnologia, Compalead, Ilha Service e Leadership).
 
Redação Adnews

Nenhum comentário:

Postar um comentário